Por dentro da engenharia: como construímos o motor de decisão.
Da arquitetura event-driven até os modelos de risco. Um passeio técnico pelo coração do Arpex Cred contado pelos engenheiros que o construíram.
Este post é o primeiro de uma série em que vamos abrir a engenharia por trás dos agentes da Arpex. Começamos pelo lugar mais denso: o motor de decisão do Arpex Cred.
Por baixo, o motor é uma arquitetura event-driven. Cada solicitação de crédito vira um evento que passa por estágios independentes: enriquecimento de dados, scoring, aplicação de política, explicação. Cada estágio é versionado, testável em isolamento e pode ser reprocessado a qualquer momento sem reapresentação manual de documentos.
Os modelos de risco são treinados com dados das próprias operações que rodam na Arpex, sempre respeitando a fronteira de dados de cada cliente. Não existe um modelo único que decide por todo mundo: existe um arcabouço comum, calibrado para o contexto de cada operação.
Nos próximos posts da série, vamos entrar em como tratamos explicabilidade, como lidamos com latência das fontes externas e como o time de dados conversa com o time de produto para evoluir política sem quebrar contrato com quem está em produção.
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